23 de fevereiro de 2010

Pra tentar sair do ciclo... e pra definir o indefinível?

Eita pessoal... Pra contrariar todas as tendências, aqui estou de novo pra não deixar mais um projeto pra trás.
Há alguns dias quero escrever sobre uma dorzinha gostosa que muitas vezes sentimos.
Sei que essa vontade que tenho sentido tem um fundamento real, pois nesse momento, exatamente nesse instante posso perceber essa dorzinha dentro de mim.
(Garanto que se meus chefes lessem esse blog sentiriam um frio na espinha pensando: Essa menina tá doente de novo? PQP... kkkkk)
Não... eu não to doente. Na verdade não to doente fisicamente, minha doença é da alma.
Minha doença chama Saudade! Escrevo com letra maiúscula para exemplificar a maneira como percebo esse sentimento, como uma personificação de um momento, um alguém, uma ação, uma paixão... É a personificação do objeto da própria saudade que torna a Saudade o objeto em si.
Sou uma pessoa que tenho uma natureza saudosista. Sinto Saudade de muita, mas muita coisa mesmo...
Sinto Saudade da época da escola, das pessoas da infância (apesar de não sentir saudade da infância propriamente dita), da dança, da faculdade, das ilusões, das desilusões (pois elas fazem toda a diferença), dos suspiros e até dos espirros.
Sinto Saudade de tudo que vivi e fui feliz (no momento ou depois) e o pior...sinto Saudade de muita coisa que eu não vivi.

Ai, ai, ai...

O sentimento tá tão forte hoje que não vou conseguir acabar de escrever.

Como disse uma pessoa pra mim uma vez:
Hoje eu to muito sistimental... Então, é melhor não me cuntriar, ok?

Vou dormir e amanhã termino o texto com saudade, mas com mais vontade.

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