Então... engraçado escrever agora... segunda postagem do blog e tô sentindo tanta vontade de escrever que não sei por onde começar.
Tá bom! Vou começar como se estivesse numa sessão de análise freudiana pós-humana psicolédicamente planejada.
Hoje meu dia foi tão estranho. Um nervosismo, uma falta de paciência, uma vontade insuportável de estrangular alguém. Se estão pensando: Essa aí tá na TPM. Estão redondamente enganados.
Fui fazer uma sessão de acupuntura e cheguei a uma conclusão interessante, ao menos pra mim.
Bem... eu sou uma pessoa que fala muito, como disse na postagem anterior, e também sou uma pessoa que não só gosta de falar, mas principalmente de "dialogar", como também foi colocado anteriormente.
Sim, tudo isso vcs e TODOS que convivem comigo desde sempre já sabem.
Então, qual foi a constatação interessante, desta cabecinha senil?
Eu percebi que detesto, tenho verdadeiro asco de quem atropela, acaba, finaliza qualquer esperança de um diálogo acontecer.
Sabe aquele tipo de pessoa que quando você começa a contar uma história ou simplesmente comenta algo supérfluo, cotidiano te interrompe?
Pois é... tenho vontade de dá-lhe um murrão da roça bem servido.
Na hora que isso acontece todo o entusiasmo ou simplesmente a vontade de compartilhar o comentário desaparece. Dá um desânimo.
Em geral, as pessoas com essa característica ainda tem a certeza de que estão agregando algo muito significativo com vc. Acredito até que muitas dessas pessoas não são realmente mal educadas ou loucas de pedra, mas simplesmente com um certo desajuste emocional que provoca esses rompantes de falta de percepção do outro.
Foda, né?
No fim das contas, hoje tirei proveito dessa situação e aprendi que ouvir é tão importante para mim (imagino que para muita gente tb) quanto falar.
Ah... e não to querendo dizer que os outros me ouvirem é importante pra mim (claro que é um pouco, né?), mas eu ouvir o que o outro quer e tem a me dizer é muito importante tb, pois somente assim aquele meu princípio da comunicação consegue seguir o seu ciclo.
A partir de hoje vou me policiar para perceber se eu tb não sou uma dessas pessoas que eu citei acima que tanto me incomodam. Quem sabe eu não estou olhando pra mim mesma, né?
Meta: tentarei ouvir mais do que falar ou pelo menos equiparar essas duas ações.
Depois eu digo como me sai...
18 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
7 comentários:
Rafitcha, não conhecia esse seu lado "escritora"! Claro que o "falante" sim (rsrsr), mas adorei descobrir esse outro lado e ler o que você escreveu... virei te visitar sempre! bjs
Rafa!
Nunca achei que tu não "soubesse" escutar, talvez seja pq eu também falo muito né? kkk
É muito bom escrever, sabe pq ? Escrever é pensar e criar!
Continue escrevendo que vou vir "te ler" sempre!
Amo vc!
Taninha,
Eu sempre gostei de escrever...
Venha me visitar sim, sempre.
Grande beijo
Ro,
Eu simplesmente adorooooo vc.
Vamos escrever, vamos criar, vamos viver...
Bjossss
Amiga,
Se vc escutar mais vai ficar muda...pelo menos qdo estamos conversando (eu no meu monólogo). kkkkkkkkkkk
Viu.... já tenho um feedback... não sou tão mal ouvinte assim como pensava.
Colocando em prática o feedback construtivo...ahauhauhau
Postar um comentário